A pessoa cega no processo histórico: um breve percurso
Abstract
Ao longo da história da humanidade, as pessoas cegas foram concebidas e pensadas de várias formas, algumas até contraditórias. O objetivo deste estudo foi o de procurar estabelecer um percurso histórico da pessoa cega, contextualizando-o na sua relação com a sociedade.
References
AMARAL, L. A. Conhecendo a deficiência (em companhia de Hércules). São Paulo: Robe Editorial, 1995.
AMARAL, L. A. Pensar a diferença: deficiência. Brasília: CORDE, 1994.
AMIRALIAN, M. L. T. M. Psicologia do excepcional. São Paulo: EPU, 1986.
ANACHE, A. A. Educação e deficiência: estudo sobre a educação da pessoa com "deficiência" visual. Campo Grande: CECITEC/UFMS, 1994.
BRASIL Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1994a.
BRASIL Política Nacional de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, 1994b.
BRUNS, M. A. T. Deficiência visual e educação sexual: a trajetória dos preconceitos - ontem e hoje. Revista Benjamin Constant, Ano 3, (7), p. 9-16. Rio de Janeiro: IBCENTRO/MEC, 1997.
CANZIANI, M. L. Pessoa deficiente: avaliação da década. Revista Saúde, Sexo e Educação. Ano 3, (3), p. 65-70. Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação, 1994.
CARMO, A. A. Deficiência física: a sociedade brasileira cria, "recupera" e discrimina. Tese de Doutorado. Campinas: UNICAMP, 1989.
CERQUEIRA, J. B. & LEMOS, E. R. O sistema Braille no Brasil. Revista Benjamin Constant, (2), p. 13-17. Rio de Janeiro: IBCENTRO/MEC, 1996.
DALL'ACQUA, M. J. C. Estimulação da visão subnormal de uma criança no ambiente escolar: um estudo de caso. Tese de Doutorado. São Carlos: UFSCar, 1997.
FERREIRA, P. F. & LEMOS, F. M. Instituto Benjamin Constant uma história centenária. Revista Benjamin Constant, (1), 1-8. Rio de Janeiro: IBCENTRO/MEC, 1995.
GLAT, R. Inclusão total: mais uma utopia? Revista Integração, (20), p. 08-10. Brasília: SEESP/MEC, 1998.
GOFFMAN, E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. São Paulo: Brasiliense, 1982.
HIGINO, V. P. De criança padrão a adulto divergente estudos sobre o comportamento do deficiente visual. Dissertação de Mestrado. São Carlos: UFSCar, 1986.
KAMEN, H. A inquisição na Espanha. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
KIRK, S. A. & GALLAGHER, J. J. Educação da criança excepcional. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
LOWENFELD, B. The visually handicapped child in school. London: Constanble, 1974.
MANTOAN, M. T. E. Ensino inclusivo/educação (de qualidade) para todos. Revista Integração, (20), p. 29-32. Brasília: MEC/SEESP, 1998.
MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial, no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.
MECLOY, E. P. Psicologia de la ceguera. Madrid: Editorial Fragua, 1974.
PESSOTTI, I. Deficiência mental: da superstição à ciência. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1984.
ROCHA, H. Ensaio sobre a problemática da cegueira. Belo Horizonte: Fundação Hilton Rocha, 1987.
SÁNCHEZ, J. G. La ceguera, su concepto en la historia. Revista Perfiles, (80), p. 56. Madrid: ONCE, 1992.
SANTOS, M. P. Educação inclusiva e a declaração de Salamanca: conseqüências ao sistema educacional brasileiro. Revista Integração, (22), p. 34-40. Brasília: SEESP/MEC, 2000.
SANTOS, M. P. Perspectiva histórica do movimento integracionista na Europa. Revista Brasileira de Educação Especial, (3), p. 21-29. Piracicaba: UNIMEP, 1995.
SASSAKI, R. K. Entrevista. Revista Integração, (20), p. 08-10. Brasília: SEESP/MEC, 1998.
SILVA, O. M. A epopéia ignorada: a pessoa deficiente na história do mundo de ontem e de hoje. São Paulo: CEDAS, 1986.
SOMBRA, L. A. Instituto Benjamin Constant: a educação de cegos é uma realidade. E. M. L. S. ALENCAR (Org.). Tendências e desafios da educação especial. (Série Atualidades Pedagógicas 1) Brasília: SEESP, p. 224-228, 1994.
VASH, C. Enfrentando a deficiência: a manifestação, a psicologia, a reabilitação. São Paulo: Pioneira/EDUSP, 1988.
VEIGA, J. E. O que é ser cego. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1983.