Sobre a Revista

Ultima atualização: abril/2021

1. IDENTIFICAÇÃO

Título: Benjamin Constant

ISSN: 1414-6339 (impressa); 1984-6061 (on-line)

Entidade responsável: Divisão de Pós-Graduação e Pesquisa (DPP) do Departamento de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (DPPE) do Instituto Benjamin Constant (IBC).

Data de criação: setembro de 1995.

Temática da revista: deficiência visual, deficiência visual associada a outras deficiências e surdocegueira.

Cobertura temática codificada de acordo com a classificação CAPES: Área de conhecimento – Ensino (90200000)

Periodicidade: publicação contínua. Até o n. 60, v. 1, semestral. Até o nº 56, v. 2, quadrimestral.

Formato: on-line. Até o n. 59, v. 1, impressa e on-line.

 

2. INSTRUÇÕES AOS AUTORES

Foco e Escopo:

A revista é publicada em fluxo contínuo e aceita trabalhos originais em português, inglês e espanhol.

Não há limite de autores por original. Contudo, o conceito de autoria baseia-se na contribuição substancial de cada uma das pessoas listadas como autores, no que se refere sobretudo à concepção do projeto de pesquisa, à análise e interpretação dos dados e à redação e revisão crítica do texto. Não se justifica a inclusão de nomes cuja contribuição não se enquadre nesses critérios.

Autores que tenham publicado na Benjamin Constant terão de cumprir um interstício de 1 (um) ano para publicar novo texto e de 6 (seis) meses a partir da data de publicação para fazer nova submissão. Autores vinculados ao Instituto Benjamin Constant devem observar os critérios de endogenia previstos no Regimento do periódico.

O prazo para avaliação dos trabalhos recebidos é de no máximo seis meses; já o prazo de publicação pode ser de seis meses até um ano. Os trabalhos aprovados são publicados em meio eletrônico.

As informações contidas nos originais e publicadas nas edições da revista são de inteira responsabilidade do(s) autor(es), não refletindo, necessariamente, a opinião do corpo editorial do periódico.

Não há previsão de remuneração de nenhuma natureza aos autores dos textos publicados.

Políticas de seção:

IMPORTANTE: com exceção dos dossiês temáticos, todas as demais modalidades de trabalhos são recebidas para avaliação em fluxo contínuo.

  1. Artigo – Deve apresentar uma análise suficientemente aprofundada da questão que se propõe a discutir; centrar a problemática na temática da deficiência visual, da deficiência visual associada a outras deficiências ou da surdocegueira; apresentar elementos empíricos ou argumentações suficientemente desenvolvidas que fundamentem as conclusões; e apresentar resultados, formulações ou conclusões que apontem avanços para a temática proposta. Deve ter no mínimo 10 e no máximo 20 páginas – incluindo referências, quadros e figuras.
  2. Dossiês temáticos – a partir do n. 62, a Benjamin Constant passou a trabalhar com dossiês temáticos em suas edições. Nesses casos, são realizadas chamadas públicas para a submissão de originais visando compor os dossiês – com prazos específicos de envio. As ementas de dossiês são propostas por membros da Comissão Editorial da revista ou por editores convidados, internos ou externos ao Instituto Benjamin Constant. No segundo caso, são realizadas pela Comissão Editorial da revista chamadas públicas para a submissão de propostas, amplamente divulgadas nos endereços eletrônicos e mídias sociais da BC e do IBC. A Comissão Editorial delibera sobre a pertinência e o aceite das propostas e organiza o dossiê em conjunto com os editores convidados.
  3. Ensaio e revisão de literatura – Síntese de múltiplos conhecimentos disponíveis sobre determinado tema, mediante análise e interpretação de bibliografia pertinente, de modo a conter reflexão crítica e comparativa dos trabalhos na área, que discuta os limites e alcances metodológicos, permitindo indicar perspectivas para a continuidade dos estudos. Somente serão aceitos nesta categoria trabalhos escritos por profissionais de reconhecida experiência no assunto. Deve ter no mínimo 10 e no máximo 15 páginas – incluindo referências, quadros e figuras.
  4. Relatos de experiência – Trabalho que descreve uma dada experiência profissional e/ou de pesquisa, exitosa ou não, de modo a contribuir relevantemente para a área de atuação do autor. Deve conter motivações ou metodologia para as ações tomadas na situação e as considerações/impressões que a vivência trouxe àquele que a viveu. O relato é feito de modo contextualizado, com objetividade e fundamentação teórica consistente. Deve ter no mínimo 10 e no máximo 20 páginas – incluindo referências, quadros e figuras.
  5. Resenha crítica – Apresentação comentada e detalhada de obras que tenham até dois anos, contados de sua 1ª edição, respeitando critérios e normas acadêmicas. Deve ter no mínimo 5 e no máximo 10 páginas – incluindo referências, quadros e figuras.

Condições para submissão:

  1. O trabalho deve ser submetido na página da revista Benjamin Constant, seguindo as orientações da plataforma OJS, sem identificação do(s) autor(es), grupos de pesquisas associados e/ou instituições que possam identificar o(s) autor(es) ao longo do texto. 
  2. O trabalho deve ser apresentado em papel A4, com páginas numeradas, corpo do texto com espaçamento 1,5 entre linhas, fonte Times New Roman, tamanho 12 e justificado, deslocamento de parágrafo 1,25 cm e seguir as normas para publicação disponíveis no Manual de Estilo e Normalização da Divisão de Pós-Graduação e Pesquisa. As referências deverão observar as regras gerais da NBR 6023:2018, conforme disposto no referido manual.
  3. Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores:
    • A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor".
    • O arquivo da submissão está em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF.
    • URLs para as referências foram informadas, quando possível.
    • O texto está de acordo com as normas de publicação revista.
    • Os autores estão de acordo com a transferência para a Benjamin Constant dos direitos sobre o texto submetido, quando da sua aceitação para publicação.
    • Todos os autores estão cadastrados na revista com informações pessoais, profissionais e acadêmicas.

Avaliação:

Os trabalhos são avaliados quanto a seu mérito e a sua forma. Passam inicialmente pelos editores-chefes da revista, que analisam sua pertinência com as áreas de concentração do periódico, se estão enquadrados em uma das modalidades de publicação e se são considerados adequados e de prioridade científica suficiente para publicação.

Se aprovados nesta fase, os trabalhos são encaminhados a dois pareceristas (membros da Comissão Editorial, do Conselho Editorial ou pareceristas ad hoc), em versão duplo cega. Os pareceristas podem aceitar plenamente o trabalho, aceitar solicitando reformulações ou recusá-lo. Qualquer uma das hipóteses é justificada por um parecer descritivo.

Quando os dois pareceristas recusam o trabalho, ocorre a devolução ao autor. Quando os dois pareceristas o aceitam, ele passa para a fase seguinte. Quando um parecerista aceita o trabalho e o outro recusa, ocorre o envio a um terceiro parecerista, para decisão final.

Em caso de reformulação, o trabalho é devolvido ao autor, solicitando-se que considere os pareceres e reformule o texto. Quando o autor reenvia o original reformulado segundo as sugestões dos pareceristas, este deve ser enviado com as devidas modificações em fonte colorida (cor azul) ou sublinhado. Por fim, será reavaliado e, se aprovado, passará para a fase de revisão e de diagramação.

Serão devolvidos aos autores os trabalhos que:

  1. contenham excessivos erros de redação, bem como de estruturação do texto, a ponto de dificultar a compreensão das partes ou mesmo do todo;
  2. sejam meramente descritivos e não apresentem uma análise da problemática abordada;
  3. não possuam a forma de artigo científico/relato de experiências/resenhas usualmente praticada nos periódicos de Educação e Ensino;
  4. não cumpram as normas da revista Benjamin Constant para submissão dos originais (formatação, citações, referências etc.);
  5. não apresentem elementos empíricos ou argumentações suficientemente desenvolvidas que fundamentem as conclusões;
  6. configurem-se notadamente como simples recorte de uma dissertação ou tese, sem a devida adaptação e o devido desdobramento da análise;
  7. apresentem-se sob a forma de projeto ou relatório de pesquisa;
  8. não se enquadrem nas temáticas da revista Benjamin Constant.

A decisão final sobre a publicação de um original é dos editores-chefes da revista Benjamin Constant, ouvida a Comissão Editorial e observando:

  1. a qualidade científica atestada pelos avaliadores do original;
  2. a contribuição à área da deficiência visual; a originalidade do tema e/ou do tratamento dispensado ao tema; a consistência argumentativa e rigor da abordagem teórico-metodológica adotada;
  3. o cumprimento das normas editoriais aqui estabelecidas.

Considerações éticas e política antiplágio:

Estudos que envolvam seres humanos, ou dados de seres humanos, deverão estar de acordo com a Resolução 466/12 e a Resolução 510/16, ambas do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa, além de observar, quando pertinente, a Carta Circular n. 1/2021 Conep/SECNS/MS (procedimentos em pesquisas com qualquer etapa em ambiente virtual). Quando for o caso, autores deverão inserir o número do protocolo de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa no original e informar que a pesquisa foi conduzida de acordo com os padrões éticos exigidos. Caso julgue necessário, a Comissão Editorial da Benjamin Constant poderá́ solicitar a cópia da aprovação do trabalho por um Comitê de Ética.

Além disso, a equipe editorial da Benjamin Constant repudia as práticas de plágio e autoplágio, cabendo aos autores garantir a originalidade de seus trabalhos e obrigatoriamente citar as fontes consultadas em sua construção. Casos suspeitos poderão ser submetidos a verificação e, em caso de plágio comprovado, os manuscritos serão devolvidos aos autores.

 

3. SOBRE O PERIÓDICO

Missão: publicar trabalhos inéditos, de autores brasileiros e estrangeiros, que contribuam para o conhecimento e o desenvolvimento do pensamento crítico e da pesquisa, na área de conhecimento interdisciplinar nas temáticas da deficiência visual, da deficiência visual associada a outras deficiências e da surdocegueira.

Indexação:

Acesso aberto: esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento. Recomenda-se aos autores a disponibilização em repositórios de acesso aberto dos dados das pesquisas utilizadas nos trabalhos publicados na Benjamin Constant. Os usuários da revista podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia do editor ou do autor, desde que respeitem a licença de uso do Creative Commons utilizada pelo periódico. Esta definição de acesso aberto está de acordo com a Iniciativa de Acesso Aberto de Budapeste (BOAI).

Modelo de financiamento:

O Instituto Benjamin Constant é a instituição que garante  as condições para o funcionamento da revista, incluindo recursos materiais e humanos.

Pagamento de taxas: não há cobrança de taxas de qualquer espécie seja para submissão ou para avaliação de originais a serem publicados pela Benjamin Constant. 

Estratos da Benjamin Constantno Qualis da CAPES (quadriênio 2013-2016):

B1: Ensino

B4: Educação

Fonte: Plataforma Sucupira

Histórico:

Em 1995, por iniciativa da então Divisão de Documentação e Informação (DDI) do Departamento Técnico-Especializado (DTE) do Instituto Benjamin Constant, foi criada a revista Benjamin Constant. O periódico pretendia atender a já expressiva demanda por informações relativas a aspectos ligados à prevenção às causas da cegueira e à educação, à reabilitação, ao trabalho, à cultura, ao esporte, ao lazer e aos direitos das pessoas com deficiência visual no Brasil.

Além disso, o IBC cria que a ausência de publicações específicas na temática era um entrave ao crescimento do número de pesquisas envolvendo a temática, bem como ao processo de interação entre os pesquisadores da área. Ao editar a revista, portanto, o IBC cumpria com sua competência de atuar como órgão de pesquisa, documentação e difusão de informações que servem para subsidiar ações que garantam às pessoas com deficiência visual no Brasil atenção adequada e pleno exercício de sua cidadania.

A Benjamin Constant – em mais de 20 anos de existência – trabalha para se consolidar como um dos periódicos mais relevantes no campo científico. Sendo a única revista no país especializada nas temáticas da deficiência visual, da deficiência visual associada a outras deficiências e da surdocegueira de que se tem notícia, o periódico recebe e publica todos os anos contribuições de pesquisadores experientes e de novos pesquisadores em proporção ideal e vindos de todas as partes do Brasil e do mundo.

 

Para maiores informações, acesse: http://www.ibc.gov.br/publicacoes 

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